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terça-feira, 7 de abril de 2015

Dia Mundial da Luta Contra o Câncer




Lembrado em 8 de abril, o Dia Mundial de Luta Contra o Câncer foi criado pela União Internacional Contra o Câncer (UICC) com a intenção de chamar atenção global para a doença. Estima-se que a cada ano mais de 12,7 milhões de pessoas sejam diagnosticadas com câncer no mundo e aproximadamente 7,6 milhões morrem vítimas dessa doença.
Segundo o Dr. Marcelo Steiner, "a realização de exames periódicos e a visita ao ginecologista, para avaliação e orientação adequada, ajudam e muito as mulheres a manter a qualidade de vida em todas as fases. Com relação ao câncer, detectar o problema o quanto antes pode facilitar muito o tratamento e ampliar as chances de sucesso”.
No Brasil, levantamento feito pelo INCA (Instituto Nacional de Câncer), ligado ao Ministério da Saúde, revela que a taxa bruta de mortes a cada 100 mil homens subiu de 100,47 para 103,2, enquanto o índice de óbitos a cada 100 mil mulheres cresceu de 83,99 para 86,92. Os dados obtidos, que são os mais recentes, são uma comparação dos anos de 2011 e 2012.

 Conheça os tipos de câncer que mais acometem as mulheres:

Câncer de Mama - O câncer de mama aparece principalmente em mulheres com mais de 50 anos, mas mulheres jovens com fatores de risco presentes devem ser monitoradas. Para a detecção precoce da doença, é necessária a realização de um exame clínico e a mamografia. O auto-exame também é muito importante e, a qualquer sinal de nódulo, é necessário procurar o médico para diagnóstico.
Câncer de Colo de Útero - tem forte ligação com o Papilomavirus Humano (HPV), um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento da doença. “O HPV é um vírus bastante comum e recorrente. Em alguns casos, pode provocar o aparecimento de verrugas indolores na pele, mas na maioria das vezes não apresenta sintomas. Justamente por isso, ele acaba sendo muito perigoso se não acompanhado. Há alguns subtipos deste vírus que provocam alterações celulares no colo do útero que podem levar ao câncer.
Além destes, outros tipos de câncer ligados à saúde da mulher já foram apresentados aqui no blog. 

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Dia Mundial da Osteoporose: entenda porque as mulheres sofrem mais com a doença


Dia 20 de outubro é o Dia Mundial da Osteoporose. Desde 1996, a data é utilizada para lembrar a população sobre a importância da prevenção desta doença que hoje já atinge aproximadamente 10 milhões de brasileiros.
A osteoporose é uma doença óssea que se caracteriza pela diminuição na quantidade de mineral existente no osso e também por alterações na sua qualidade estrutural. Nas mulheres a tendência de desenvolver a osteoporose é maior, em especial após a menopausa, por conta da queda dos níveis de estrogênio que caracterizam esta fase.
Hoje as pesquisas indicam que para ajudar na prevenção, são fundamentais os hábitos saudáveis de alimentação, com ingestão de frutas, legumes e verduras, e a prática de exercícios, como caminhada e musculação, que ajudam a fortalecer a musculatura e diminuem a taxa de perda óssea.
Segundo Dr. Marcelo Steiner, além da menopausa, outros fatores considerados de risco para o aparecimento da osteoporose são histórico familiar, baixo peso, uso crônico de corticoides, tabagismo, alcoolismo, doenças crônicas e sedentarismo, entre outras.
Embora em menor número, a osteoporose pode afetar os homens também. O diagnóstico é feito através da medida da densidade mineral óssea utilizando principalmente o exame de Densitometria Óssea (DO).
No Brasil, uma a cada quatro mulheres sofre com a osteoporose e apesar do alto percentual entre elas, apenas 39% das mulheres com mais de 45 anos já fizeram algum exame para detectar a doença.

Faça sua parte: cuide da sua saúde visitando o médico com regularidade. 


sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Hoje o assunto é Endometriose

A endometriose é uma doença que se caracteriza pela presença de tecido endometrial fora de sua localização habitual. Esse tecido é o que reveste a camada interna do útero, sofre descamação durante o período menstrual e pode estar localizado em vários órgãos, principalmente ovários e útero.

Os sintomas da doença são cólicas menstruais, cuja intensidade varia de acordo com o grau da doença, dor durante a relação sexual e irregularidade menstrual. Diante da suspeita de endometriose, o exame ginecológico clínico é o primeiro passo para o diagnóstico, que pode ser confirmado através de exames laboratoriais e de imagem que serão solicitados pelo médico.
O tratamento pode ser clínico ou cirúrgico, mas depende de cada caso.
Compreender a doença é o primeiro passo para tratá-la. Consulte seu ginecologista.