Segundo dados da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, no Brasil, cerca de 30% da população adulta é fumante. Além disso, estima-se que ocorram, a cada ano, 125.000 mortes no país por doenças associadas ao fumo.
Fumo
e as mulheres
As
mulheres são mais sensíveis aos efeitos do tabaco, pois elas metabolizam as
substâncias psicoativas do cigarro mais rapidamente.
Estatísticas
apontam que o cigarro é, atualmente, responsável pela morte de 40% das mulheres
com menos de 65 anos no país. O tabagismo é um reconhecido fator que eleva o
risco de câncer de colo de útero, entre vários outros problemas de saúde.
Fumar
durante a gravidez também pode causar abortos espontâneos, nascimentos
prematuros, bebês de baixo peso, mortes fetais e de recém-nascidos,
complicações com a placenta, entre outros problemas. A gestante que fuma tem
mais chance de apresentar complicações durante o parto devido aos efeitos do
monóxido de carbono e da nicotina exercidos sobre o feto, após a absorção pelo
organismo materno.
Não
vale a pena correr o risco, não é mesmo? Cuide-se e procure auxílio médico.