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quinta-feira, 25 de maio de 2017

31 - Dia Mundial do Combate ao Fumo

O dia 31 de maio é considerado o Dia Mundial sem o tabaco. O tabagismo é a principal causa de muitas doenças pulmonares, como a bronquite crônica, o enfisema pulmonar e o câncer de pulmão e está associado ainda ao maior risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares.
 
Segundo dados da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, no Brasil, cerca de 30% da população adulta é fumante. Além disso, estima-se que ocorram, a cada ano, 125.000 mortes no país por doenças associadas ao fumo.

Fumo e as mulheres

As mulheres são mais sensíveis aos efeitos do tabaco, pois elas metabolizam as substâncias psicoativas do cigarro mais rapidamente.

Estatísticas apontam que o cigarro é, atualmente, responsável pela morte de 40% das mulheres com menos de 65 anos no país. O tabagismo é um reconhecido fator que eleva o risco de câncer de colo de útero, entre vários outros problemas de saúde.

Fumar durante a gravidez também pode causar abortos espontâneos, nascimentos prematuros, bebês de baixo peso, mortes fetais e de recém-nascidos, complicações com a placenta, entre outros problemas. A gestante que fuma tem mais chance de apresentar complicações durante o parto devido aos efeitos do monóxido de carbono e da nicotina exercidos sobre o feto, após a absorção pelo organismo materno.

Não vale a pena correr o risco, não é mesmo? Cuide-se e procure auxílio médico.
 

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Medo da reposição hormonal?



Muitas mulheres que se aproximam da fase da menopausa chegam aos consultórios médicos cheias de dúvidas a respeito da reposição hormonal.

Muitas têm receio em utilizar a terapia de reposição hormonal convencional devido a supostos efeitos colaterais negativos.

A reposição hormonal tem indicações médicas, para mulheres que sofrem com sintomas mais severos durante a menopausa e que afetam sua qualidade de vida. Se bem avaliada e ministrada, os benefícios superam em muito os riscos.

Hoje se defende sempre a menor dose terapêutica para reposição hormonal. Os medicamentos oriundos da indústria farmacêutica passam por um processo rigoroso de aprovação, são monitorados por órgãos governamentais competentes, então são altamente confiáveis. Há estudos de bom índice de evidência científica atestando sua segurança.

Restrições

Algumas mulheres, porém, podem ter restrição ao tratamento: pacientes com histórico de câncer de mama, trombose e doenças hepáticas. Para quem não tem contraindicações prévias, a reposição deve ser indicada de modo individual e criterioso pelo médico, para que os benefícios sejam alcançados.


Para mulheres que não podem se submeter ao tratamento de reposição hormonal, outras alternativas podem ser utilizadas, para amenizar sintomas específicos. Tudo vai depender da avaliação médica, que é sempre fundamental.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Combate ao Câncer: prevenção é o melhor remédio!

Na semana passada, em que tivemos o Dia Nacional de Combate ao Câncer, falamos sobre diferentes formas da doença entre as mulheres.

Hoje, vamos a mais algumas dicas: cuidados com alimentação, prática de exercícios físicos regulares, evitar vícios como cigarro e álcool e prevenção contra doenças sexualmente transmissíveis são medidas que ajudam a manter a saúde do organismo e podem ser seguidas por todas as mulheres.


A realização de exames periódicos e a visita ao ginecologista, para avaliação e orientação adequada, ajudam e muito as mulheres a manter a qualidade de vida em todas as fases. Fique atenta e faça sua parte!

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Câncer entre as mulheres: saiba quais os tipos mais frequentes

O Câncer de Mama é o tipo o mais comum de câncer entre as mulheres. Ele aparece principalmente em mulheres após os 50 anos, mas mulheres jovens com fatores de risco presentes também devem ficar atentas. Para a detecção precoce da doença, é necessária a realização de exame clínico e a mamografia.
A consulta com o médico é o momento do esclarecimento de dúvidas e de receber orientações sobre cuidados preventivos. O autoexame também é muito importante e a qualquer sinal de nódulo é necessário procurar o médico para diagnóstico.
Atrás do câncer de mama, o câncer de colo de útero é outro que acomete um grande número de mulheres. O Papilomavirus Humano (HPV) é um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento da doença.
Ele é um vírus bastante comum e recorrente. Em alguns casos, pode provocar o aparecimento de verrugas indolores na pele, mas na maioria das vezes não apresenta sintomas. Justamente por isso, ele acaba sendo muito perigoso se não acompanhado. Há alguns subtipos deste vírus que provocam alterações celulares no colo do útero que, por sua vez, podem levar ao câncer. O ginecologista, nos exames de rotina, fará avaliação adequada.

O câncer ainda é uma doença que desafia a medicina, mas o diagnóstico precoce continua sendo uma arma poderosa nesta luta.